Mais Respeito QUE SOU TUA MÂE!
Cláudia Jimenez volta aos palcos ao lado de Ernani Moraes e grande elenco após a paralisação para as festas de fim de ano. O espetáculo, que apresenta texto do argentino Hernán Casciari, com versão teatral de Antônio Gasalla e adaptação e direção de Miguel Falabella, já levou mais de 24 mil espectadores ao Teatro do Leblon
Com a volta da peça “Mais Respeito que sou sua mãe” após paralisação de fim de ano, dia 06/01, os amantes da boa comédia terão um motivo a mais para seguir até o Teatro do Leblon, na rua Conde Bernadotte. Cláudia Jimenez volta aos palcos, sob a direção de Miguel Falabella, com quem é expert em fazer uma deliciosa dobradinha. Ao lado de Ernani Moraes, Henrique César, Frank Borges, Gabriel Borges, Sara Freitas e Séfora Rangel, Cláudia dá vida à dona de casa Nalva Silva.
É numa casa modesta do subúrbio que mora Nalva, mulher esforçada, que vive brigando com a crise econômica. Aos 50 anos, está preocupada com o desemprego do marido, com o sogro, que planta maconha em casa e com os três filhos adolescentes às voltas com a puberdade. Além disso, ainda tem de lidar com os afrontamentos típicos da menopausa e os desastres domésticos que tantas vezes surgem entre quatro paredes.
A trama da história foi escrita por Hernán Casciari e publicada no blog www.mujergorda.bitacoras.com, entre Setembro de 2003 e Julho de 2004. Inaugurando o estilo da “blognovela”. O escritor e jornalista argentino publicava na Internet os capítulos de uma família inventada, façanha que lhe garantiu o prêmio de melhor blog do mundo em 2005, atribuído pela Deutsche Welle International.
“A criatura que tem a desventura de nascer brasileiro, também tem uma única certeza: vai ter que se preocupar com dinheiro o resto da vida!”, afirma a protagonista em determinada cena da peça, cuja família segue o lema da célebre frase: “de perto, ninguém é normal”. O maior despropério pode acontecer sob o olhar de Nalva, mas nada a deixa mais feliz do que reunir toda a família na hora das refeições, que certamente será mais um momento para a plateia ter gargalhadas garantidas.
E que atire a primeira pedra, o sujeito que não se reconhecer ali ou, no mínimo, se lembrar de algum parente próximo. Afinal, está pra nascer quem nunca ouviu a expressão que dá título a esse divertido espetáculo.
Mais Respeito, QUE SOU TUA MÃE!
Com Cláudia Jimenez, Ernani Moraes, Frank Borges, Gabriel Borges, Sara Freitas, Séfora Rangel e Henrique César
De: Hernán Casciari
Versão Teatral de Antônio Gasalla
Adaptação e Direção: Miguel Falabella (90min)
Cenografia: José Dias
Figurinos: Sônia Soares
Iluminação: Carlos Lafert
Trilha Sonora: Leandro Lapagesse
Classificação Etária:18 anos
Volta dia: 06/01/2010
Teatro do Leblon – Sala Marília Pêra
Rua Conde Bernadotte, 26, Leblon
Tel: (21) 2529-7700
462 lugares
De quinta a sábado às 21h – Domingo às 20h
Quinta e Sexta R$ 70,00 - Sábado e Domingo R$ 80,00
Mais informações para a imprensa:
Ivone Kassu
Fones: (21) 2522-6581/2247-5754
assessoria1@kassu.com.br
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
"Conversando com a Mamãe"
"Conversando com a Mamãe" - Espetáculo Teatral reúne Beatriz Segall e Herson Capri numa história tocante, sob a direção de Susana Garcia
Uma mulher de 82 anos e seu filho de 50 são os personagens da peça "Conversando com mamãe", que volta aos palcos dia 14 de janeiro agora no Teatro do Leblon, Sala Fernanda Montenegro, após breve parada para as festas de fim de ano. Conflitos familiares como a ausência do filho, que se faz presente por telefonemas mas quase nunca aparece, a mãe que até hoje cozinha para o filho cinquentão que saiu de casa há mais de 25 anos, o embate sogra x nora e sogra x sogra, são apenas algumas das questões abordadas no texto de Santiago Carlos Oves, cineasta e roteirista argentino, em versão teatral do catalão Jordi Galcerán e tradução de Pedro Freire, com direção de Susana Garcia.
Atores consagrados nos palcos, na televisão e no cinema, Beatriz Segall e Herson Capri foram tocados pela sensibilidade do texto, que aborda ainda questões comuns a todos nós nos dias de hoje, como solidão, traição, aparência, casamento, desemprego, sexo e medo. Tudo abordado de uma forma clara, num diálogo comovente e com uma sinceridade que se torna mais explicíta após um acontecimento inesperado no desenrolar da trama. "Ser velho é uma vantagem que chega um pouco tarde; a única maneira de aproveitar essa vantagem é não guardar para si, e sim compartilhar", afirma a personagem vivida por Beatriz Segall.
E compartilhar é o verbo que conjuga "Conversando com mamãe", texto que, com sua leveza, pontua um diálogo que poderia se passar em qualquer lar de qualquer parte do mundo. Sorte a nossa que podemos aqui presenciar essa dobradinha de luxo em cena sob a direção de Susana Garcia que já mostrou, ao lado de Herson, habilidade na direção em "Eu sou minha própria mulher", espetáculo premiado e estrelado por Edwin Luisi. "Conversando com mamãe" tem patrocínio dos correios e da Unimed e é um projeto contemplado pela lei municipal 1940/22 do ISS.
Beatriz Segall: Fez longa carreira, sempre voltada ao teatro, embora tenha trabalhado no cinema onde estreou em 1950, no filme A beleza do diabo. Interpretou vilãs que marcaram a história da televisão brasileira, como Lourdes Mesquita, de Água Viva, em 1980 e Odete Roitman, de Vale Tudo, em 1988 na Rede Globo, considerada por muitos como a maior vilã da televisão brasileira de todos os tempos. O jargão "Quem matou Odete Roitman?" (referindo-se ao assassinato da personagem) é até hoje repetido em alusão aos mistérios das tramas em telenovelas. Recebeu vários prêmios na carreira, dentre os quais, os prêmios Governador do Estado, Prêmio Shell e Mambembe. Atuou em espetáculos como "O lado fatal", "A margem da vida", "Frankie V", "Emily", "O Manifesto", "Lilian Hellman" e "Quarta-feira sem falta lá em casa".
Herson Capri: Trabalha em teatro há 43 anos, já participou de cerca de 34 peças sendo 4 como diretor, fez mais de 35 trabalhos em tv entre novelas e seriados e 15 filmes. Seu último trabalho em teatro foi como o capitão Von Trapp no musical A Noviça Rebelde. Em novelas participou de Renascer, Tropicaliente, Era uma Vez, Negócio da China e muitas outras. É contratado da Tv Globo e está escalado para a próxima novela das 21 horas de Gilberto Braga, Insensato Coração. que estréia em janeiro/2011.
Susana Garcia: É médica e professora de pós-graduação em ultra-sonografia. Deixou a medicina para trabalhar em teatro. Foi assistente de direção nos espetáculos La Barca Da América e O Marido Ideal, dirigiu a premiada peça Eu Sou Minha Própria Mulher e o espetáculo infantil A Casa Da Madrinha. Seu último trabalho foi como coach dos atores da peça O Matador De Santas.
Patrocínio: Correios e Unimed
CONVERSANDO COM MAMÃE
VOLTA DIA: 14 DE JANEIRO ÀS 19H
QUINTA A SÁBADO ÀS 19H
DOMINGO ÀS 18H
LOCAL: TEATRO DO LEBLON – SALA FERNANDA MONTENEGRO –
Rua Conde Bernadotte, 26, Leblon
TEL: (21) 2529-7700
INGRESSOS: R$ 80,00 - MEIA ENTRADA: R$ 40,00
DURAÇÃO: 80 MINUTOS
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: 14 ANOS
FICHA TÉCNICA
AUTOR: Santiago Carlos Oves
VERSÃO TEATRAL: Jordi Galceran
DIREÇÃO: Susana Garcia
ELENCO: Beatriz Segall e Herson Capri
FIGURINO: Kalma Murtinho
CENÁRIO: Marcos Flaksman
ILUMINAÇÃO: Paulo Cesar Medeiros
TRILHA SONORA ORIGINAL: Alexandre Elias
DESIGN GRÁFICO: Darlan Carmo
DIRETOR DE PRODUÇÃO: SANDRO CHAIM
PRODUÇÃO EXECUTIVA E ADMINISTRATIVA ROSE DALNEY
ASSISTENTE DE PRODUÇÃO:NINA BARRETO
REALIZAÇÃO: CHAIM PRODUÇOES E CAPRI PRODUÇÕES
Uma mulher de 82 anos e seu filho de 50 são os personagens da peça "Conversando com mamãe", que volta aos palcos dia 14 de janeiro agora no Teatro do Leblon, Sala Fernanda Montenegro, após breve parada para as festas de fim de ano. Conflitos familiares como a ausência do filho, que se faz presente por telefonemas mas quase nunca aparece, a mãe que até hoje cozinha para o filho cinquentão que saiu de casa há mais de 25 anos, o embate sogra x nora e sogra x sogra, são apenas algumas das questões abordadas no texto de Santiago Carlos Oves, cineasta e roteirista argentino, em versão teatral do catalão Jordi Galcerán e tradução de Pedro Freire, com direção de Susana Garcia.
Atores consagrados nos palcos, na televisão e no cinema, Beatriz Segall e Herson Capri foram tocados pela sensibilidade do texto, que aborda ainda questões comuns a todos nós nos dias de hoje, como solidão, traição, aparência, casamento, desemprego, sexo e medo. Tudo abordado de uma forma clara, num diálogo comovente e com uma sinceridade que se torna mais explicíta após um acontecimento inesperado no desenrolar da trama. "Ser velho é uma vantagem que chega um pouco tarde; a única maneira de aproveitar essa vantagem é não guardar para si, e sim compartilhar", afirma a personagem vivida por Beatriz Segall.
E compartilhar é o verbo que conjuga "Conversando com mamãe", texto que, com sua leveza, pontua um diálogo que poderia se passar em qualquer lar de qualquer parte do mundo. Sorte a nossa que podemos aqui presenciar essa dobradinha de luxo em cena sob a direção de Susana Garcia que já mostrou, ao lado de Herson, habilidade na direção em "Eu sou minha própria mulher", espetáculo premiado e estrelado por Edwin Luisi. "Conversando com mamãe" tem patrocínio dos correios e da Unimed e é um projeto contemplado pela lei municipal 1940/22 do ISS.
Beatriz Segall: Fez longa carreira, sempre voltada ao teatro, embora tenha trabalhado no cinema onde estreou em 1950, no filme A beleza do diabo. Interpretou vilãs que marcaram a história da televisão brasileira, como Lourdes Mesquita, de Água Viva, em 1980 e Odete Roitman, de Vale Tudo, em 1988 na Rede Globo, considerada por muitos como a maior vilã da televisão brasileira de todos os tempos. O jargão "Quem matou Odete Roitman?" (referindo-se ao assassinato da personagem) é até hoje repetido em alusão aos mistérios das tramas em telenovelas. Recebeu vários prêmios na carreira, dentre os quais, os prêmios Governador do Estado, Prêmio Shell e Mambembe. Atuou em espetáculos como "O lado fatal", "A margem da vida", "Frankie V", "Emily", "O Manifesto", "Lilian Hellman" e "Quarta-feira sem falta lá em casa".
Herson Capri: Trabalha em teatro há 43 anos, já participou de cerca de 34 peças sendo 4 como diretor, fez mais de 35 trabalhos em tv entre novelas e seriados e 15 filmes. Seu último trabalho em teatro foi como o capitão Von Trapp no musical A Noviça Rebelde. Em novelas participou de Renascer, Tropicaliente, Era uma Vez, Negócio da China e muitas outras. É contratado da Tv Globo e está escalado para a próxima novela das 21 horas de Gilberto Braga, Insensato Coração. que estréia em janeiro/2011.
Susana Garcia: É médica e professora de pós-graduação em ultra-sonografia. Deixou a medicina para trabalhar em teatro. Foi assistente de direção nos espetáculos La Barca Da América e O Marido Ideal, dirigiu a premiada peça Eu Sou Minha Própria Mulher e o espetáculo infantil A Casa Da Madrinha. Seu último trabalho foi como coach dos atores da peça O Matador De Santas.
Patrocínio: Correios e Unimed
CONVERSANDO COM MAMÃE
VOLTA DIA: 14 DE JANEIRO ÀS 19H
QUINTA A SÁBADO ÀS 19H
DOMINGO ÀS 18H
LOCAL: TEATRO DO LEBLON – SALA FERNANDA MONTENEGRO –
Rua Conde Bernadotte, 26, Leblon
TEL: (21) 2529-7700
INGRESSOS: R$ 80,00 - MEIA ENTRADA: R$ 40,00
DURAÇÃO: 80 MINUTOS
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: 14 ANOS
FICHA TÉCNICA
AUTOR: Santiago Carlos Oves
VERSÃO TEATRAL: Jordi Galceran
DIREÇÃO: Susana Garcia
ELENCO: Beatriz Segall e Herson Capri
FIGURINO: Kalma Murtinho
CENÁRIO: Marcos Flaksman
ILUMINAÇÃO: Paulo Cesar Medeiros
TRILHA SONORA ORIGINAL: Alexandre Elias
DESIGN GRÁFICO: Darlan Carmo
DIRETOR DE PRODUÇÃO: SANDRO CHAIM
PRODUÇÃO EXECUTIVA E ADMINISTRATIVA ROSE DALNEY
ASSISTENTE DE PRODUÇÃO:NINA BARRETO
REALIZAÇÃO: CHAIM PRODUÇOES E CAPRI PRODUÇÕES
Dudu Nobre

TEATRO RIVAL PETROBRAS
“Um Show de Resistência Cultural”
76 Anos do Teatro Rival:
Uma História de Resistência e Sensibilidade
Tombado como Patrimônio Cultural da Cidade do Rio de Janeiro
(Decreto nº 24543/04).
APRESENTA:
DUDU NOBRE
Dia 21/12 – Terça -feira às 19h30
Encerrando o Tour comemorativo pelos 10 anos de carreira, o sambista volta ao palco mais charmoso da Cinelândia, com sambas que marcaram sua carreira ao longo desse tempo.
Carioca de 36 anos, rubro-negro “roxo”( a definição é do próprio) Dudu Nobre nasceu em berço esplêndido. Pelo menos se o assunto for samba.
Sua mãe, Anita Nobre, comandava três rodas de pagode, onde Dudu, já na infância, costumava brincar com tantã e pandeiro com a mesma desenvoltura que seus vizinhos eram aplicados em bolas de gude e pelada de rua. E ele não negou o aprendizado neste fundo de quintal.
Resultado, aos sete anos de idade começou a estudar piano clássico, aos cinco ganhou o instrumento que se tornaria inseparável, o cavaquinho, “aprendi a ler pauta”, ressalta Dudu, e aí começou a sua trajetória.
“Com sete anos de idade, era levado pela minha mãe para o Cacique de Ramos. Aos doze eu já ia sozinho”.
Filho do engenheiro civil João Nobre, neto do poeta “Seu Nobre”, também autor de livros sobre cinema, o pré-adolescente Dudu, aos dez iniciou carreira nas escolas de samba mirim, compondo com ninguém menos que o mítico Beto Sem Braço. A dupla emplacou o samba – enredo da Alegria da Passarela, que depois se transformaria na agremiação mirim da Unidos da Tijuca.
“Beto foi um dos maiores versadores que já conheci”.
A partir daí fez fila. Emplacou três sambas na Aprendizes do Salgueiro, outro na Herdeiros da Vila, mais um na Estrelinha da Mocidade e também na Império do Futuro. Isso como compositor adolescente.
Como músico, aos doze anos fez um circuito de shows pela Costa Azul da França com a Mocidade Independente de Padre Miguel e aos 15 rodou Suíça, Finlândia, Inglaterra e Alemanha, com a Cia Brasiliana.
De volta ao Brasil, ingressou na banda de Almir Guineto e depois tocou com Dicró e Pedrinho da Flor. Aos 19 anos, entrou para a banda de Zeca Pagodinho, mesma época em que ingressou na Faculdade de Direito. A advocacia foi cassada no quinto período.
“O Zeca é um padrinho. E ele me diz que samba é uma paixão e que eu fui escolhido pelo samba”.
A partir dali, Dudu teve músicas gravadas por Zeca, Fundo de Quintal, Almir Guineto, Leci Brandão, 100%, Martinho da Vila, etc.
Entre as músicas que fizeram mais sucesso, destacam se “Vou botar teu nome na macumba”, dele e do Zeca, “Posso até me apaixonar”- outro sucesso radiofônico de Zeca, que Dudu diz ter composto com “…São Jorge, Anastácia e as crianças”, Água da Minha Sede, Quem é ela, com o Zeca pagodinho e ainda Pro Amor Render gravado por Martinho da Vila.
Sobre Dudu o produtor Rildo Hora afirma: “Dudu é fantástico, pois traz a informação de um jovem de trinta e poucos anos associada à melhor história do samba. É craque”, aplaude .
“Ele é o Zeca que deu certo, pois não bebe”, brinca Pagodinho.
E a lista de admiradores ainda inclui nomes da pesada como a cantora Beth Carvalho, o compositor Martinho da Vila, João Bosco e os letristas Aldir Blanc e Nei Lopes.
Dudu Nobre, mesmo quando brinca, e o que não falta é bom humor em muitas de suas composições, o faz com seriedade. Ou melhor, autoridade de quem surge na grande vitrine do samba como pedra rara. Preciosa.
Serviço
Teatro Rival Petrobras
Dia 21/12 – Terça -feira às 19h30
Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia
Preço
R$ 40,00(Inteira)
R$ 30,00(Os 100 primeiros pagantes)
R$ 20,00(Meia)
Classificação: 16 anos
Sereno da Madrugada

TEATRO RIVAL PETROBRAS
“Um Show de Resistência Cultural”
76 Anos do Teatro Rival:
Uma História de Resistência e Sensibilidade
Tombado como Patrimônio Cultural da Cidade do Rio de Janeiro
(Decreto nº 24543/04).
APRESENTA:
SERENO DA MADRUGADA
No show ” Modificado”
Modificado é o resultado dos cinco primeiros anos de vida do Sereno da Madrugada.
Dia 22/12 – Quarta – feira às 19h30
O grupo nasceu em 2005 no Rio de Janeiro e, durante esse tempo, dezenas de composições surgiram e o grupo adquiriu experiência tocando nos bares da Lapa carioca, em palcos de Brasília, São Paulo e outros fora do Brasil, como em Paris, Lisboa e Genebra.
Alfredo Alves (percussão), Fernando Temporão (violão de 7 cordas e voz), Miguel Garcia (cavaquinho) e Patrícia Oliveira (voz), experimentaram durante esses primeiros anos de grupo – e de estrada – centenas de sambas em seu repertório, pesquisaram compositores e discos pouco acessíveis ao grande público e, gradualmente, foram amadurecendo a idéia de gravar um álbum de samba contemporâneo, que fosse atual e agregasse influências de universos que, inclusive, não fossem o do samba. Ao final do processo, o disco nasceria da união de sambas autorais com sambas de universos bastante distintos, como “Samba a Dois” de Marcelo Camelo, compositor revelado nos anos 2000, e “Modificado” de Padeirinho da Mangueira, outro compositor genial, esquecido por muitos e que já na década de 60 fazia sucesso com sua música entre os sambistas da Mangueira.
Das onze faixas do disco, ainda aparecem três regravações escolhidas a dedo: “Ponto de Nanã”, do baiano Roque Ferreira, “Efun Oguedê”, de Wilson Moreira e Nei Lopes, e “É Luxo Só”, de Ary Barroso e Luiz Peixoto. As seis faixas de autoria dos compositores do grupo registram de maneira clara a concepção musical de um disco que – principalmente através da pluralidade dos arranjos – enxerga o samba de maneira ampla.
A faixa que abre e dá nome ao disco, Modificado, filosofa sobre as influências que outros gêneros musicais foram emprestando ao samba ao longo do tempo, e como essas influências – a despeito do que sempre disseram os mais puristas – podem ser criativas.
Venha Conferir!
Serviço:
Teatro Rival Petrobras
Dia 22/12 – Quarta – feira às 19h30
Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia
Preço:
R$ 36,00(Inteira)
R$ 25,00(Os 150 primeiros pagantes)
R$ 18,00(Meia)
Classificação: 16 anos
Edu Krieger

TEATRO RIVAL PETROBRAS
“Um Show de Resistência Cultural”
76 Anos do Teatro Rival:
Uma História de Resistência e Sensibilidade
Tombado como Patrimônio Cultural da Cidade do Rio de Janeiro
(Decreto nº 24543/04).
APRESENTA:
EDU KRIEGER
APRESENTANDO A PARCERIA MUSICAL INÉDITA COM OSCAR NIEMEYER-
Celebrando um ano de lançamento de seu segundo CD, “Correnteza”, lançado pela gravadora Biscoito Fino, Edu Krieger se apresenta no Teatro Rival Petrobras e estreia parceria inédita com o arquiteto Oscar Niemeyer
Dia 20/12 – Segunda – feira às 19h30
O samba “Tranquilo com a vida” começou a ser feito enquanto Niemeyer estava hospitalizado, no final do ano passado. Em meio à monotonia da internação, o grande mestre fez uma letra e esboçou uma melodia junto com seu enfermeiro particular, Caio Almeida. Coube a Edu Krieger a honrosa tarefa de concluir a música, que será apresentada ao público pela primeira vez no palco do Teatro Rival Petrobras
Em seu show, Edu Krieger opta por uma formação de trio, obtendo uma sonoridade mais leve que tem como objetivo valorizar as letras das canções. Sempre cantando e se acompanhando com seu violão de oito cordas (instrumento ainda pouco utilizado no Brasil), Edu divide o palco com Fabiano Krieger (guitarra e viola caipira) e Fabio Luna (flauta, cavaquinho e percussão).
No repertório, além do samba feito em parceria com Niemeyer e das composições gravadas no CD “Correnteza”, há músicas do primeiro trabalho de Edu Krieger que se tornaram sucesso na voz de cantoras como Maria Rita (“Maria do Socorro”), Roberta Sá (“Novo amor”) e Aline Calixto (“Saber ganhar”).
O show inclui ainda em seu roteiro a balada “Temporais”, composição de Edu em parceria com Geraldo Azevedo.
Venha Conferir!
Serviço:
Teatro Rival Petrobras
Dia 20/12 – Segunda – feira às 19h30
Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia
Preço:
R$ 36,00(Inteira)
R$ 25,00(Os 100 primeiros pagantes)
R$ 18,00(Meia)
Classificação: 16 anos
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Cid Moreira interpreta o livro Dos Salmos numa versão Internacional

A Voz mais conhecida pelos brasileiros de todos os tempos lança um novo projeto:
Cid Moreira interpreta o Livro Dos Salmos em uma Nova versão Internacional (NVI), agora em DVD
O grandioso projeto Cid Moreira interpreta o Livro Dos Salmos ganha uma nova versão internacional, agora em DVD, e é o primeiro do gênero realizado em todo o mundo, segundo o diretor executivo da sociedade bíblica internacional, Mário Barboza.
A novidade é composta de uma coleção de 12 DVDs que divide o livro dos salmos em volumes. Utilizando uma linguagem em que todos podem entender facilmente. Cada DVD da coleção será lançado mensalmente a partir de dezembro de 2010.
A aprovação oficial do texto é da Seção Brasileira da Sociedade Bíblica Internacional, a mais antiga organização religiosa em funcionamento no mundo, fundada em 1809. Ela opera em mais de 45 países traduzindo e distribuindo a Bíblia para mais de 300 línguas.
O narrador Cid Moreira já gravou mais de uma centena de CDs bíblicos e é um recordista nesta área.
Carreira:
Cid Moreira iniciou a carreira na rádio Difusora de Taubaté, onde exercia a função de contador. Como sua voz era muito chamativa pelo forte grave, foi convidado para ser locutor. Foi narrador de documentários de cinema, meio no qual também apresentou o noticiário semanal canal 100, com produção de Carlos Niemeyer. Em 1955, atuou como ator no filme “Angu de caroço”, voltando ao cargo de narrador em 1958 no filme “Traficantes do crime”.
Apresentou, de 1969 a 1996, o Jornal nacional na Rede Globo de Televisão, aonde ganhou o prêmio do Guinness Book de recordista como locutor que mais tempo esteve à frente de um mesmo telejornal.
Aos 83 anos, 64 de carreira, pode ser melhor pesquisado no livro biográfico “Boa Noite” da editora Prumo do grupo Rocco, escrito pela jornalista Fátima Sampaio, sua esposa.
Nos lançamentos, que chegarão a partir de novembro ao mercado, a voz incomparável de Cid Moreira vai ganhar um colorido com belas imagens, ao som de uma trilha sonora, criada exclusivamente para o projeto, pelo maestro José Lourenço, o que representa um momento marcante na história da produção audiovisual no Brasil.
“Nosso objetivo é transmitir a palavra de Deus da melhor maneira possível, Queremos emocionar as pessoas e ajudá-las a pensarem mais profundamente naquilo que diz a Bíblia” , diz Cid Moreira.
O diretor geral do projeto, Marcelo Legey afirma: “Fizemos questão de unir a linguagem simples e atual da Nova Versão Internacional (NVI) à história e alto nível narrativo do Cid Moreira. E sonhamos assim prestar o melhor serviço a todos os que buscam novas formas de contato com a mensagem de Deus. Estamos dando o melhor de nós para que a coleção “Cid Moreira interpreta o Livro Dos Salmos” possa chegar a todo os lares do país.
O teólogo e jornalista Fermino Neto, um dos idealizadores do projeto, afirma: “Tivemos todo o cuidado de obter a aprovação da Sociedade Bíblica Internacional, que criou uma linda e bem orientada versão da Palavra do Altíssimo. Rogério Barbosa, outro idealizador, completa: “Nada poderia ser mais emocionante que traduzir em linguagem de cinema e TV esta mensagem que atravessa os séculos há mais de 5 mil anos de história.”
Ficha técnica:
Diretor - Rogério Barbosa
Gerente de Produção - Angela Corrêa
Roteiro - Fermino Neto/Mário Barboza/Luis Sayão
Arte Final - Christiane Legey
Finalização e técnico de áudio - Alexandre França
Pesquisas - Ana Paula Legey
Assistente de Produção - Lucas Rossi
Produtor Musical e arranjos - José Lourenço
Planejamento e Marketing - Levicius Comunicação Integrada
Prensagem e Distribuição - Alpha Produção
Co Produção – Sociedade Bíblica Internacional (NVI)
Mais informações para a imprensa:
Ivone Kassu ou Leandro Gomes
Fones: (21) 2522-6581/2247-5754 / 9628-7718
leandrogomes@kassu.com.br

TEATRO RIVAL PETROBRAS
“Um Show de Resistência Cultural”
76 Anos do Teatro Rival:
Uma História de Resistência e Sensibilidade
Tombado como Patrimônio Cultural da Cidade do Rio de Janeiro
(Decreto nº 24543/04).
APRESENTA:
ORQUESTRA IMPERIAL
Ensaios Dançantes - Convidado Especial: Jerry Adriani
Dia 15/12 - Quarta-feira às 21h
A ORQUESTRA IMPERIAL faz no Teatro Rival Petrobras, sua imperdível temporada de bailes para relembrar os velhos tempos do Ballroom e experimentar novos arranjos e repertório para um próximo disco.
Todas as quartas-feiras, a Orquestra Imperial sobe no palco, às 22h em ponto, para “ensaios dançantes” com Marlboro, o DJ oficial da trupe, esquentando a pista no intervalo e no final do segundo set.
O velho e bom Teatro Rival Petrobras não foi escolhido à toa. Não bastasse o grupo já ter feito lá uma minitemporada de lançamento do seu único e bem sucedido álbum (“Carnaval Só Ano Que Vem” de 2007) e realizado o baile de 75 anos da casa, o projeto “Rival + Tarde” de Leandra Leal trouxe o que faltava: uma volta em alto estilo e com a cara da Orquestra, misturando o antigo e o moderno.
Esta semana o grupo receberá o cantor Jerry Adriani.
Serviço:
Dia 15/12 às 21h
Rua: Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia
Preço:
R$ 25,00 + 1Kg de alimento não perecível (Preço promocional)
R$ 25,00(Meia)
R$ 50,00(Inteira)
Classificação: 18 anos
Mais informações para a imprensa:
Ivone Kassu ou Vinicius Badenes
Fones: (21) 2522-6581/2247-5754 / 9475-6915
assessoria@kassu.com.br
Assinar:
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