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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Ana Baird em " Chave de cadeia"



Louise Cardoso apresenta:




Ana Baird em "Chave de Cadeia" - Uma Comédia Musical de Bolso

Ah, o amor!

Séculos após séculos, este sentimento tem se reinventado e resistido a todas as tentativas de explicação. A valorização da paixão, influência do Romantismo do século XVIII, ainda hoje domina a música popular, o cinema e as telenovelas. Em pleno século XXI, persiste o imaginário de um amor excessivo, impossível e a transcendente. Ana Baird chega para encenar e cantar o amor escancarado às terças e quartas na Sala Tônia Carreiro do Teatro do Leblon, com estreia no dia 21 de Setembro ao lado do violonista Rene Rossano para encenar o que define como "uma comédia musical de bolso". O repertório inclui canções definidas há alguns anos como "de cortar os pulsos!". Encantada com o talento de Ana Baird, a atriz Louise Cardoso, que contracena com ela em "Velha é a mãe", resolveu produzir e está investindo na estreia da temporada no teatro, já que, até então, o espetáculo só tinha sido apresentado em ambientes mais informais.

Chave de Cadeia é um espetáculo musical sobre a paixão, sobre a insatisfação, o exagero amoroso e sua conexão inevitável com o sofrimento. O termo que dá título ao espetáculo refere-se a perigo iminente, complicação, baixaria. O amor, inspiração primeira para obras-primas da música popular brasileira, será cantado com humor, sensibilidade e sofisticação.

Em cena, a atriz e cantora Ana Baird e Rene Rossano contam a história de uma crooner decadente, uma apaixonada terminal. Uma amante descontrolada, submissa, escandalosa e por isso mesmo risível. Uma abordagem irônica e refinada sobre a compulsão amorosa e o desequilíbrio emocional a que estamos todos expostos, em maior ou menor grau, pelo exercício da arte do amor.

O espetáculo é uma comédia musical de bolso. Sua estrutura cênica enxuta utiliza a dramaturgia de teatro musical, geralmente relacionada ao virtuosismo cênico, para criar uma performance minimalista, autoral, concentrada na interpretação e na qualidade musical. Pretende-se emocionar através da simplicidade e da relação direta com o público. Ao invés de coro e orquestra, apenas uma cantora e um violão. A força do espetáculo reside no valor de seu repertório e na excelência de sua intérprete.

O repertório reúne o fino da fossa, o melhor da dor de cotovelo. De Alexandre Pires a Tom Jobim, de Vanusa a Ella Fitzgerald. Uma homenagem as grandes cantoras do gênero, como Maysa e Dolores Duran. No roteiro: “Balada da Arrasada” de Angela Ro Ro, “Alguém me disse” de Lupicínio Rodrigues, “Pode esperar”, do repertório de Alcione, além dos standarts “Cry me a river” e “The Lady is a tramp”.

Celebrar o amor romântico é também, uma celebração da subjetividade e da imensa capacidade afetiva feminina. A mulher é, ao mesmo tempo, o tema preferido dos poetas e a maior consumidora da produção de conteúdo relacionada ao amor. A subjetividade feminina foi e é determinante na significação e valorização deste sentimento.

O espetáculo Chave de Cadeia resulta em um espelho bem humorado e crítico das portas falsas de nossos corações e mentes, uma oportunidade leve e divertida de discutir o conceito de amor/paixão, talvez o sentimento mais valorizado da cultura ocidental.

Repertório
Lady is a tramp Richard Rodgers/ Lorenz Harts
Pode esperar Roberto Correa/Silvio Son
Lama Paulo marques/Aguile Chaves
Um año de amor Nino Ferrer/Morgol/Terta
Depois do prazer Só pra contrariar
O pior é que eu gosto Isolda
Molambo Jaime Florence / Augusto mesquita
Moda de sangue Jerônimo Jardim/ Ivaldo Roque
Concavo e o convexo Roberto e Erasmo
Papel de pão Jorge Aragão
Meu mundo caiu Maysa
Negue Adelino Moreira/ Enzo de almeida
Alguém me disse Lupicínio Rodrigues
You oughta know Alanis Morrisete
Balada da arrasada Angela RoRo
Retrato em Branco e preto Chico Buarque
Cry me a river Arthur Hamilton
Puro teatro Tite Curet Alonso
Eu sobrevivo Dino Fekaris - Freddie Perren - Versão: Paulo Coelho
SERVIÇO:

Chave de Cadeia - Uma comédia musical de bolso
Teatro do Leblon - Sala Tônia Carreiro
Terças e quartas às 21h
Classificação etária: 12 anos
Ingresso: R$ 40,00 (inteira)
Tels.: 21 25297700
Estreia dia 21 de setembro
Até 24 de Novembro

Mais informações para a imprensa:
Ivone Kassu ou Leandro Gomes
Fones: (21) 2522-6581/2247-5754 / 9628-7718
leandrogomes@kassu.com.br

Marco Rodrigo



MARCO RODRIGO





Lançamento do CD "Rock´n Bossa"

Dia 08 de Novembro - Segunda-Feira às 22h
no Centro Cultural Solar de Botafogo



Misturando sua paixão pela sonoridade da Bossa Nova, de João Gilberto, com um repertório inspirado no rock dos anos 80, o cantor, ator e diretor Marco Rodrigo lança seu primeiro CD: "Rock'n Bossa". A obra, que conta com sucessos como "A fórmula do amor" de Leoni e Léo Jaime, além de "Minha flor, meu bebê" de Cazuza e Dé, dentre outros, será lançada no próximo dia 08 de novembro no Centro Cultural Solar de Botafogo às 22h.

O CD é um antigo sonho do cantor. Desde 1985, quando viu em ação no Rock in Rio artistas como Ney Matogrosso, Cazuza, Rod Stewart e Fred Mercury, Marco decidiu o que queria fazer: "Naquele momento disse pra mim: Quero fazer isso!!Hoje vejo que não tive vontade apenas de tocar e cantar, e sim de ser artista e causar aquela sensação nas pessoas,aquela alegria,aquele sentimento de que estamos vivos!!" Porém, a vida acabou o levando por outros caminhos, estudou teatro, trabalhou como ator profissional e diretor. Paralelamente, nunca deixou de apresentar seus shows musicais, que ultrapassam, atualmente, a marca de 500.

Mas para Marco ainda faltava algo. Foi quando Ricardo Leão, foi assistir a um show de voz e violão, no qual ele cantava em ritmo de Bossa Nova, vários rocks. No fim do show, Ricardo encantado perguntou: "Vamos gravar um disco?". Surpreso, Marco aceitou o desafio. E aí está o resultado: a mistura da batida do João Gilberto que tanto o encantou, com o impacto daqueles cantores que viu no Rock in Rio.

Ficha Técnica:

Músicos:
Ricardo Leão
Arranjos , Pianos e teclados em todas as faixas
Romulo Gomes
Baixo acústico em todas as faixas menos "Nada por Mim"
João Gaspar
Violão e Guitarra em todas a faixas menos "Nada por Mim"
Cacá Colon
Bateria em todas as faixas menos "Nada por Mim"

Produção Musical : Ricardo Leão
Produção Fotográfica: Theodora de Chevallier
Programação Visual: Claudia Lobato
Figurinos: Carla Plombon
Gravado e Mixado Entre Agosto e Dezembro de 2009 no Estúdio Jaula do Leão.
Produzido por Ricardo Leão

Principais trabalhos na TV:

Diretor:
Negócio da China (2009)
A Favorita (2008)
Senhora do Destino (2004)
Kubanacan (2003)

A Vida Alheia (2010)
Sítio do Picapau Amarelo (2005)
O Quinto dos Infernos (2002)

Ator:
Hilda Furacão (1998)

Serviço:
8 de Novembro - Lançamento do CD Rock'n Bossa
Centro Cultural Solar de Botafogo
Rua Gal Polidoro 180 - Botafogo - 22hs
(21)2542-9458

MUSICAS DO CD:

1 - Minha flor meu bebe - Composição: Cazuza / Dé / Bebel Gilberto
2- Go back- Composição: Sérgio Britto e Torquato Neto
3- Bem me quer mal me quer - Rita Lee - Roberto de Carvalho
4- Conspiraçao Internacional -Composição: Leoni
5-Dancin' days - Composição: Nelson Motta / Rubens Queiroz
6-Formula do amor - Composição: Leoni & Léo Jaime
7- Fui eu - Composição - Herbert Vianna
8- Noite e Dia - Composição: Lobão / Julio Barroso
9- Nada por mim - Composição: Paula Toller / Herbert Vianna

Ney Matogrosso:

"...Gosto muito do Rock'n Bossa por ser simples,muito bem feito,calmo e muito bem arranjado..."

Chico Anysio:

"...Mais do que um novo modo de cantar o rock, Marco Rodrigo inventou com Rock'n Bossa um modo maravilhoso de se entender o que está sendo cantado..."


Mais informações para a imprensa:
Ivone Kassu, Leandro Gomes ou Vinicius Badenes
Fones: (21) 2522-6581/2247-5754 / 9475-6915
leandrogomes@kassu.com.br / assessoria@kassu.com.br

Raul de Souza


TEATRO RIVAL PETROBRAS
“Um Show de Resistência Cultural”
76 Anos do Teatro Rival:
Uma História de Resistência e Sensibilidade

Tombado como Patrimônio Cultural da Cidade do Rio de Janeiro
(Decreto nº 24543/04).
APRESENTA:




RAUL DE SOUZA

Turnê Nacional RAUL DE SOUZA 55 Anos e NATOCAIA
Dias 12 e 13/11 Sexta e Sábado às 19h30

Nos próximos meses cinco cidades brasileiras terão a honra de receber em seus palcos um dos mais importantes trombonistas do mundo, o também brasileiro, Raul de Souza. Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Porto Alegre são as cidades que farão parte da turnê “Raul de Souza 55 anos”, que como o nome já sugere, comemora em grande estilo os 55 anos da carreira de Raul.
Acompanhado do grupo curitibano “NaTocaia”, Raul apresenta ao público o que anos de experiência e muito talento podem fazer com as habilidades de um músico como ele. Com um suingue próprio, Raul mostra suas composições e o que há de melhor na música instrumental que ele tanto domina. O instrumentista é um dos poucos que carrega em sua bagagem tantos encontros com outros gigantes como ele, tanto lá fora, como aqui: Hermeto Pascoal, Cal’Tjader, Lionel Hampton, Sarah Vaughan, George Duke, Stanley Clarke, Ron Carter, Frank Rosolino, Airto Moreira, Flora Purim e Milton Nascimento são só alguns dos nomes com os quais Raul já tocou nestes anos todos de carreira. O trombonista, que divide seus dias entre França e Brasil, é considerado uma referência da música instrumental em todo o mundo.
Ao lado de Glauco Sölter, Mário Conde, Jeff Sabbag e Endrigo Bettega, Raul apresenta um repertório que conta com composições próprias, como “À Vontade Mesmo” e “Jump Street”, mas abre espaço para “Inútil Passagem” de Tom Jobim e “Sweet Lucy” de George Duke. Pixinguinha, Glauco Sölter e Djavan também compõem o repertório deste esperado show.
Soma-se à experiência o apetite pelo novo e o músico, aos 76 anos, não pára: cerca-se de músicos inventivos e talentosos e compõe mais um capítulo dessa história recheada de encontros, prêmios, mais histórias e música, muita música.
A série de shows é produzida e idealizada pela Gramofone Cultural e tem patrocínio da Petrobras. A assessoria de Imprensa é da Transpira Produção Criativa.
Serviço:
Teatro Rival Petrobras
Dias 12 e 13/11 Sexta e Sábado às 19h30
Rua Álvaro Alvim, 33 / 37 – Cinelândia
Preço:
R$ 5,00 (Inteira)
R$ 2,50 (meia)
Classificação: 16 anos

Clécia Queiroz





TEATRO RIVAL PETROBRAS
“Um Show de Resistência Cultural”
76 Anos do Teatro Rival:
Uma História de Resistência e Sensibilidade

Tombado como Patrimônio Cultural da Cidade do Rio de Janeiro
(Decreto nº 24543/04).


APRESENTA:

Clécia Queiroz




O SAMBA DE ROQUE invade o palco do Teatro RIVAL na voz da cantora Clécia Queiroz

11 de novembro, quinta-feira às 19:30 horas



O Teatro RIVAL será o novo palco para o “Samba de Roque” de Clécia Queiroz, projeto onde a cantora, atriz, e dançarina formada pela Universidade Federal da Bahia, mestre em Performance Arte pela Howard University – Estados Unidos, apresenta as canções do seu mais novo CD . Lançado em Salvador em agosto de 2009 e em São Paulo em fevereiro deste ano, o disco tem ocupado excelentes espaços nos mais importantes jornais de todo país, sempre com críticas bastante elogiosas.
O título que dá nome ao CD e ao show parece jogo de palavras: "Samba de Roque", “Samba de Roda”, “Rock”.... Só que não é bem assim. “Roque” é Roque Ferreira, compositor estudioso e defensor da genuína cultura dessa terra, que tem mais de 400 músicas gravadas por artistas como Clara Nunes, Maria Bethânia, Zeca Pagodinho, Beth Carvalho, Martin’ália, dentre outros. Para o disco, Roque presenteou Clécia com dez canções inéditas e uma já gravada anteriormente por um grupo carioca, todas elas com letras que trazem poesia e lirismo inspiradas na cultura popular.
O vocabulário da tradição afro-baiana, de situações cotidianas, despertam a curiosidade e o interesse do ouvinte. Roque adapta a sonoridade dos seus versos para que sejam cantados em samba. Ele consegue revelar, nas suas letras, traços da tradição banto e yorubá, que foram incorporados por gerações. Os arranjos, assinados em sua maioria por Dudu Reis, Edú Nascimento e pela própria Clécia, misturam o samba a ritmos oriundos da tradição afro-brasileira e a outros gêneros como o maxixe e o semba angolano.
Mais que uma ousadia rítmica, o CD Samba de Roque, apresentado no show por Clécia Queiroz, é uma chamada às nossas raízes em estilo 100% baiano. Incansável no seu desejo de não se deixar vencer por modismos, a cantora vem estudando, pesquisando e catalogando os ritmos genuinamente nascidos na Bahia, movida pela vontade firme de assegurar que não serão definitivamente soterrados e esquecidos. Ela busca a cadência da chula e do samba-de-roda, mistura com ritmos da tradição afro-brasileira do candomblé e investe na riqueza dessas formas de cantar e dançar, traz a alegria e o entusiasmo das rodas de samba mais espontâneas, reconstruindo no palco uma arte que em sua essência é multidisciplinar e não se resume apenas à musica.
O resultado aparece não como um produto acadêmico decorrente da pesquisa que desenvolve, mas como um registro gostoso da brincadeira de roda da Bahia, que é também um samba preciso e matemático, bem composto e quente, limpo e pronto para ser tocado nas festas. Clécia mostra voz segura e doce, de quem canta muito, e sem apelar para clichês. Com os pés no chão, enfeitados com miçangas, ela pisa firme para mostrar sua arte despretenciosa, simples e sofisticada.
O Samba de Roque, entretanto, não se resume às canções apenas de Roque Ferreira. Clécia faz homenagem a três outros compositores baianos: Riachão, Walmir Lima e Dorival Caymmi. Ela se vale da sua experiência teatral (já foi premiada como atriz com o Troféu Bahia Aplaude – atual Braskem – e indicada 4 vezes a prêmios) para criar verdadeiras performances teatrais inspiradas em personagens típicas do cenário baiano. Clécia veste o que os seus olhos vêem nas ruas e enche o palco de uma Bahia ora suave, elegante, singela sofisticada e sensual, ora brincalhona, marota e malandra.
A cantora será acompanhada por Eduardo Reis (cavaquinho), que também assina a direção musical, Marcelo Rosário (violão), Keko Villarroel (baixo) Tom Carvalho (saxofone e flauta) e os percussionistas Ricardo Carvalho, Cachoeira e Sebastián Nardini. Além da banda, as dançarinas Laís Rocha e Edeise Gomes dão brilho ao espetáculo, que como o samba de roda tradicional traz em conjunto a dança, música, ritmo, texto e busca envolver a platéia “para ficar junto com os artistas como numa verdadeira roda de samba.
Realização: Associação Comunitária e Cultural Stellagreice
Patrocínio: Ministério da Cultura / Fundação Cultural Palmares

Serviço:

Teatro Rival Petrobras
Dia 11/11 – Quinta – feira às 19h30
Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia
Preço Popular:
R$ 10,00 (inteira) – R$ 5,00 (Meia)
Mais informações para a imprensa:
Ivone Kassu ou Vinicius Badenes
Fones: (21) 2522-6581/2247-5754 / 9475-6915
assessoria@kassu.com.br

" Conversando com Mamãe"


"Conversando com Mamãe" - Espetáculo Teatral reúne Beatriz Segall e Herson Capri numa história tocante, sob a direção de Susana Garcia




Uma mulher de 82 anos e seu filho de 50 são as personagens da peça "Conversando com mamãe", que estreia no dia 11 de Novembro no Centro Cultural Correios, no Centro do Rio. Conflitos familiares como a ausência do filho, que se faz presente por telefonemas mas quase nunca aparece, a mãe que até hoje cozinha para o filho cinquentão que saiu de casa há mais de 25 anos, o embate sogra x nora e sogra x sogra, são apenas algumas das questões abordadas no texto de Santiago Carlos Oves, cineasta e roteirista argentino, em versão teatral do catalão Jordi Galcerán e tradução de Pedro Freire, com direção de Susana Garcia.

Atores consagrados nos palcos, na televisão e no cinema, Beatriz Segall e Herson Capri foram tocados pela sensibilidade do texto, que aborda ainda questões comuns a todos nós nos dias de hoje, como solidão, traição, aparência, casamento, desemprego, sexo e medo. Tudo abordado de uma forma clara, num diálogo comovente e com uma sinceridade que se torna mais explicíta após um acontecimento inesperado no desenrolar da trama. "Ser velho é uma vantagem que chega um pouco tarde; a única maneira de aproveitar essa vantagem é não guardar para si, e sim compartilhar", afirma a personagem vivida por Beatriz Segall.

E compartilhar é o verbo que conjuga "Conversando com mamãe", texto que, com sua leveza, pontua um diálogo que poderia se passar em qualquer lar de qualquer parte do mundo. Sorte a nossa que podemos aqui presenciar essa dobradinha de luxo em cena sob a direção de Susana Garcia que já mostrou, ao lado de Herson, habilidade na direção em "Eu sou minha própria mulher", espetáculo premiado e estrelado por Edwin Luisi.

"Conversando com mamãe" tem patrocínio dos correios e da Unimed e é um projeto contemplado pela lei municipal 1940/22 do ISS.

Beatriz Segall: Fez longa carreira, sempre voltada ao teatro, embora tenha trabalhado no cinema onde estreou em 1950, no filme A beleza do diabo. Interpretou vilãs que marcaram a história da televisão brasileira, como Lourdes Mesquita, de Água Viva, em 1980 e Odete Roitman, de Vale Tudo, em 1988 na Rede Globo, considerada por muitos como a maior vilã da televisão brasileira de todos os tempos. O jargão "Quem matou Odete Roitman?" (referindo-se ao assassinato da personagem) é até hoje repetido em alusão aos mistérios das tramas em telenovelas. Recebeu vários prêmios na carreira, dentre os quais, os prêmios Governador do Estado, Prêmio Shell e Mambembe. Atuou em espetáculos como "O lado fatal", "A margem da vida", "Frankie V", "Emily", "O Manifesto", "Lilian Hellman" e "Quarta-feira sem falta lá em casa".

Herson Capri: Trabalha em teatro há 43 anos, já participou de cerca de 34 peças sendo 4 como diretor, fez mais de 35 trabalhos em tv entre novelas e seriados e 15 filmes. Seu último trabalho em teatro foi como o capitão Von Trapp no musical A Noviça Rebelde. Em novelas participou de Renascer, Tropicaliente, Era uma Vez, Negócio da China e muitas outras. É contratado da Tv Globo e está escalado para a próxima novela das 21 horas de Gilberto Braga, Insensato Coração. que estréia em janeiro/2011.

Susana Garcia: É médica e professora de pós-graduação em ultra-sonografia. Deixou a medicina para trabalhar em teatro. Foi assistente de direção nos espetáculos La Barca Da América e O Marido Ideal, dirigiu a premiada peça Eu Sou Minha Própria Mulher e o espetáculo infantil A Casa Da Madrinha. Seu último trabalho foi como coach dos atores da peça O Matador De Santas.

CONVERSANDO COM MAMÃE

ESTREIA: 11 DE NOVEMBRO ÀS 19H

TEMPORADA: DE 11/11 ÀS 19/12/2010 - QUINTA A DOMINGO ÀS 19H

LOCAL: CENTRO CULTURAL CORREIOS - RUA VISCONDE DE ITABORAÍ, 20 - CENTRO - RIO DE JANEIRO/RJ

TEL: 21 2253-1580

INGRESSOS: R$ 20,00 - MEIA ENTRADA: R$ 10,00

DURAÇÃO: 80 MINUTOS

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: 14 ANOS

FICHA TÉCNICA

AUTOR: Santiago Carlos Oves

VERSÃO TEATRAL: Jordi Galceran

DIREÇÃO: Susana Garcia

ELENCO: Beatriz Segall e Herson Capri

FIGURINO: Kalma Murtinho

CENÁRIO: Marcos Flaksman

ILUMINAÇÃO: Paulo Cesar Medeiros

TRILHA SONORA ORIGINAL: Alexandre Elias

DESIGN GRÁFICO: Darlan Carmo

DIRETOR DE PRODUÇÃO: SANDRO CHAIM

PRODUÇÃO EXECUTIVA E ADMINISTRATIVA ROSE DALNEY

ASSISTENTE DE PRODUÇÃO:NINA BARRETO

REALIZAÇÃO: CHAIM PRODUÇOES E CAPRI PRODUÇÕES

Mais informações para a imprensa:

Ivone Kassu ou Vinicius Badenes

Fones: (21) 2522-6581/2247-5754 / 9475-6915

assessoria@kassu.com.br

segunda-feira, 30 de agosto de 2010


MAIS DE 1.000 APRESENTAÇÕES

UM MILHÃO DE ESPECTADORES

5 ANOS DE SUCESSO DE PÚBLICO E CRÍTICA

-2 NO RIO DE JANEIRO E 2 EM SÃO PAULO-

OS HOMENS SÃO DE MARTE...

E É PRA LÁ QUE EU VOU! está de volta ao Rio

Agora, na Barra - Estreia 6 de Agosto

* Indicada ao Prêmio Shell Melhor Atriz 2005

* Vencedor do Prêmio Qualidade Brasil 2006, nas categorias: Melhor Espetáculo Teatral Comédia, Melhor Atriz e Melhor Direção

* Indicada ao 1° Prêmio Contigo de Teatro como Melhor Espetáculo Comédia

Os Homens são de Marte... E é pra lá que eu vou! trata do grande dilema vivido pelas mulheres solteiras: a busca de um grande amor. Toda mulher já foi, é, ou será protagonista desta história de aventuras, encontros, desencontros, solidões, equívocos, adrenalinas, ilusões, alegrias, dúvidas.

A peça faz uma crítica ao comportamento e a certos valores da sociedade, é uma visão bem-humorada desta mulher do terceiro milênio: independente, bem sucedida e com dificuldades de encontrar um homem que saiba compartilhar esta liberdade. No mundo todo, livros, seriados, filmes e peças que tratam do tema fazem grande sucesso de crítica e público.

Os Homens são de Marte... e é para lá que eu vou! conta a história de Fernanda, 35 anos, solteira, jornalista formada, mas trabalha com eventos, organiza festas de casamento.

Fernanda está em busca do amor e se envolve tão intensamente com os vários tipos de homens que chega a ficar muito parecida com cada um deles, independente dos tipos físicos, das condições sociais, raciais ou econômicas. Cada homem que ela encontra pode ser seu grande amor, quem sabe? Fernanda se envolve com um político, um rico playboy, um alternativo do Sul da Bahia e um gay. O tempo que ela gasta com os homens daria para ter dado uma volta ao mundo e ainda ter estudado a história de todas as civilizações. A vida para ela sem um amor é uma vida em preto e branco.

Na verdade, a busca pelo amor pode ser uma oportunidade de aprendizado, mas para quem está solteiro não é assim, é castigo. Quem está solteiro quer encontrar um amor e ponto final, só não sabe como.

De uma forma muito divertida, mas também emocionante e com um final surpreendente, a peça fala do amor e da falta dele. Tudo isso com um tipo de humor que as mulheres são capazes de fazer muito bem: rir das suas próprias desgraças.

Os Homens são de Marte...e é pra lá que eu vou! (70 minutos)

TEATRO DOS GRANDES ATORES (396 lugares)

Shopping Barra Square

Avenida das Américas, 3555 - Barra da Tijuca

Fone: (21)3325.1645

Bilheteria: a partir de terça a domingo, às 15h.

Horários: sexta e sábado às 21h; domingo às 20h

Preço: sexta R$60,00; sábado R$70,00 e domingo R$70,00

Recomendação: 14 anos

De 6 de agosto a 31 de outubro

FICHA TÉCNICA:

TEXTO E INTERPRETAÇÃO - Mônica Martelli

DIREÇÃO - Victor Garcia Peralta

FIGURINO - Marcela Virzi

CENÁRIO - Clívia Cohen

ILUMINAÇÃO - Paulo Roberto

TRILHA SONORA - Jerry Marques

DIREÇÃO DE MOVIMENTO - Márcia Rubim

PREPARAÇÃO VOCAL - Jacqueline Priston

FOTOS - Lívio Campos

DIREÇÃO DE PRODUÇÃO - Jerry Marques

REALIZAÇÃO - Dig Produções Artísticas, Ltda.



quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Usufruto

Usufruto estreia no Teatro Fashion Mall no dia 15 de Julho

USUFRUTO, de Lúcia Veríssimo, com direção de José Possi Neto, nos remete a intimidade de um encontro inesperado entre um homem e uma mulher desconhecidos num apartamento vazio. A peça, numa empreitada inovadora, fez uma temporada de cinco meses no Teatro FAAP em São Paulo e ao mesmo tempo numa turnê por várias cidades do Brasil. Mantendo, durante esse período, dois cenários e duas equipes.
O texto de Lúcia Veríssimo é um tributo a Roland Barthes, um dos mais importantes filósofos do nosso tempo, que definia seu próprio trabalho como o "saber com sabor". E é desta forma que é conduzido USUFRUTO. "Uma bela apresentação de ideias nas quais conceitos antigos são demolidos, novas propostas são lançadas, a vida e o amor são questionados, mas tudo é dito com sabor, com humor, com malícia e com sutileza". afirma Lúcia.

Os diálogos são ágeis e sarcásticos, recheados de humor e malícia, onde são discutidas questões eternas sob uma ótica contemporânea: amor, casamento, paixão e ética.
Com formação jornalística, Lúcia Veríssimo sempre escreveu, mas não pensava em dramaturgia até 2005 quando, durante as gravações de América, surge USUFRUTO: "Criei a peça nos intervalos das gravações da novela, incentivada por colegas, como Gabriela Duarte. USUFRUTO nasceu envolto na poeira das madrugadas, no caminhão das externas" conta Lúcia.

A história se passa num apartamento à venda. Nele se encontram uma mulher de cinqüenta anos: bela, sedutora, atraente, debochada, sem limites e um jovem e promissor arquiteto de uns trinta anos: entusiasta, sonhador, apaixonado e muito conservador. Eles disputam a compra do imóvel, e ela propõe um jogo, um jogo da verdade, no qual o perdedor desiste. Essa relação reúne a universalidade à particularidade, especialmente à particularidade brasileira, onde essas duas pessoas, uma mulher misteriosa e decidida a conseguir o que quer e um jovem homem que tenta realizar um sonho jogando sinceramente.

Sem jamais perder a leveza a peça é um dueto e um duelo, e seu final é surpreendente.

Lúcia Veríssimo acredita que "assim como o personagem do jovem homem, o público também deixará o teatro cheio de dúvidas e reflexões". Essa afirmação se dá justamente pelo final inesperado e bem arquitetado. "O jogo já havia sido programado ou aconteceu durante o encontro? Esta mulher é inescrupulosa mesmo ou agiu levada pela situação? Os fins justificam os meios? Quem de fato perdeu o jogo"? - pergunta a minuciosa autora.

José Possi Neto em sua meticulosa direção apresenta o texto de uma forma envolvente, extraindo o melhor dos atores, criando um espetáculo sedutor e instigante, levando o suspense até a última cena.
Lúcia Veríssimo, atriz conhecida por seu talento e popularidade traz em seu perfil pessoal a adequação ao personagem e o fato de ser a autora do texto dá a certeza de que cada palavra, cada inflexão e cada intenção serão transmitidos ao público com perfeição. Seu personagem sedutor domina a cena, manipula as emoções do outro, usa sem pena sua inteligência e experiência, guardando até o final seu dolorido segredo e colocando em dúvida os conceitos que contundentemente defende no decorrer de toda a peça.

André Fusko cria um personagem sutil, sensível, aproveitando todas as nuances e comicidade propostas no texto, que ao mesmo tempo se diverte e sofre, se rebela e se fragiliza ao serem questionados todos os seus ideais. Ele termina o jogo crivado de dúvidas, mas provavelmente estes irão ajudá-lo a construir uma vida mais verdadeira. "O dia vindouro ensina ao dia precedente" (Píndaro). Ele perde ou ganha o jogo proposto e também um sonho? Ele sai de cena sem perceber de imediato a extensão do jogo no qual entrou.

O cenário é de Jean Pierre Tortil, cuja criação conceitual reuniu elegância e sofisticação à funcionalidade e fluência da cena. Os figurinos e luz são complementados pelas caracterizações de Marlene Moura.
USUFRUTO é um espetáculo que reúne um bom texto nacional, um diretor respeitado, atores conhecidos, cenário, iluminação e figurinos de extrema qualidade. É um espetáculo de excelência que se propõe a aliar o entretenimento à reflexão.

Por José Possi Neto:
Quando Lucia esteve em minha casa e, juntos, fizemos a primeira leitura de USUFRUTO, me senti imediatamente atraído a materializar esse texto.

Ela não o considerava pronto ainda, ou melhor, ela ainda considerava a hipótese de não assumí-lo, como atriz e como autora.

Meu entusiasmo espontâneo e imediato insuflaram-se coragem.

Ela revisou algumas passagens, fizemos alguns cortes, e consideramos finalmente o texto pronto para usufruí-lo.

O que de fato me atraiu em USUFRUTO?

Um argumento intrigante com desfecho inusitado.

Um diálogo ágil e inteligente que confronta valores, conceitos e preconceitos, de duas gerações.

USUFRUTO expõe à luz o conflito impiedoso entre o AMOR e o DESEJO e as implicações morais e sociais deste conflito.

Dois personagens contemporâneos. Um homem, uma mulher.

Um encontro gratuito. Casual.

Uma coincidência? Coincidências não existem... é o Destino.

Como na Grécia Antiga Lúcia (a autora) usa o vinho como definidor e condutor da discussão.

Vai rolar o que? Filosofia ou Prazeres (sacanagem).

Vai rolar um embate instigante entre dois seres com posições claramente opostas sobre o amor, o sexo, o casamento, a fidelidade, a verdade das emoções e dos sentimentos nas relações a dois.

Vai rolar Filosofia do Prazer. Vai rolar também o exercício do Prazer.

Como encenador o que mais me estimula é reger essa partitura de emoções sobre a qual Lúcia Verissimo e André Fusko devem vibrar.

Conduzir suas interpretações, as nuances desse encontro, construir essa música feita de Razão e Sentimentos tem sido meu melhor brinquedo.

Obrigado pelo presente Amiga Lúcia.

USUFRUTO

Teatro FASHION MALL (300 lugares)

Estrada da Gávea, 899, sala 213 - São Conrado - Rio de Janeiro - RJ.

Shopping Fashion Mall

Informações e Vendas: 21-3322.2495 e 2422.9800

Aceita cartão de débito e crédito: Visa, Máster ou Dinners. Não aceita cheque.

Estacionamento do Shopping.

Acesso e espaço para cadeirantes. Ar-condicionado.

Quintas as 21:30, R$ 30,00, sextas as 21:30 R$ 40,00

Sábados as 21:30, R$ 50,00 e domingos as 20:00, 40,00

Duração: 70 minutos

Recomendação: 16 anos

Estréia 15 de julho, quinta-feira.

Ficha Técnica:

Texto: LÚCIA VERÍSSIMO

Elenco: LÚCIA VERÍSSIMO e ANDRÉ FUSKO

Direção: JOSÉ POSSI NETO

Assistente de direção: EDUARDO DE SAOTHIAGO

Cenógrafo: JEAN-PIERRE TORTIL

Iluminação: JOSÉ POSSI NETO

Visagismo: MARLENE MOURA

Fotos: JAIRO GOLDFLUS

Assessoria de malling: DEL CAST – DENISE DEL CUETO E CLAUDIA GUTIERRES

Produção Executiva: CRISTINA PROCHASKA

Direção de Produção: LÚCIA VERÍSSIMO