sexta-feira, 5 de novembro de 2010
A Gaiola das Loucas no teatro Bradesco - SP
Texto baseado na peça “La Cage Aux Folles”, de Jean Poiret
Inspirada no musical concebido na Broadway, em 1983, por Harvey Fierstein (texto) e Jerry Hermann (músicas), a tão esperada A Gaiola das Loucas chega à cidade de São Paulo, dia 23 de outubro, no Teatro Bradesco. Trata-se de uma mega produção, com versão brasileira e direção de Miguel Falabella, que encabeça o elenco de estrelas, juntamente com Diogo Vilela.
O cenário é grandioso. São mais de 40 trocas, de 300 figurinos e 100 perucas. Segundo a produção, durante o espetáculo, acontecem 350 mudanças de luzes e cinco painéis de leds são responsáveis pelo colorido especial do cenário. O palco foi especialmente remodelado para receber os números de dança e da orquestra, formada por 14 músicos.
Uma infinidade de surpresas torna essa montagem uma das mais ousadas, criativas e inusitadas dos últimos anos. Vinte e cinco atores e bailarinos foram selecionados entre mais de 1.000 candidatos de diversas localidades do Brasil. A temporada no Rio de Janeiro teve de ser prorrogada, devido ao grande sucesso.
A história de Fierstein é baseada na peça teatral, escrita (1973) e interpretada por Jean Poiret, nos palcos franceses ao lado de Miguel Serrault. Na trama brasileira, Georges (Miguel Falabella) é o proprietário do cabaré "A Gaiola das Loucas", a jóia e o orgulho de St. Tropez, um lugar onde, citando uma das canções do espetáculo, "... você encontra o seu par, mas a garota foi ali se barbear!".
O cabaré, famoso pelos seus shows performáticos, tem a sua vedete: a primeira e única Zazá, o transformista mais famoso de toda Riviera. Ao se “desmontar”, ele transforma-se em Albin (Diogo Vilela), com quem Georges mantém uma relação solidamente estruturada há mais de 20 anos.
Juntos, “têm” um filho: Jean Michel (Davi Guilherme), fruto de uma aventura de Georges, quando jovem, nos bastidores do Lido de Paris. A mãe, na época inexperiente, não assumiu o bebê, deixando a complexa tarefa para Georges e Albin. Jean, no início, tem 20 anos e chega em casa com uma notícia avassaladora: vai se casar. Está perdidamente apaixonado por Anne (Carla Martelli). Porém, a moça é filha única de Édouard Dindon (Mauricio Moço), presidente do PFTM, o Partido da Família, Tradição e Moralidade. Como se isso não bastasse, ele ainda prometeu varrer do mapa os homossexuais da Riviera, caso seja eleito.
A partir daí, a trama constrói-se com excepcional dramaturgia, já encontrada no original de Poiret, e canções memoráveis do grande Hermann. Entre elas, o clássico I am what I am (Eu sou o que sou), popularizada na versão da cantora Gloria Gaynor. Diogo Vilela e Miguel Falabella dão vida ao casal de meia idade, ameaçado pela decisão do filho. Para contornar a situação, os dois criam personagens, dando origem a um hilariante jogo de espelhos.
A peça teve mais de 1 milhão de espectadores gerando uma adaptação para o cinema, em que Ugo Tognazzi interpretou o papel de Poiret e Michel Serrault imortalizou nas telas sua brilhante Zazá. O filme teve duas sequencias em uma versão norte-americana com Robin Williams e Nathan Lane.
A Gaiola das Loucas de Falabella tem co-direção de Cininha de Paula. A equipe envolve diariamente o trabalho de mais de 120 profissionais. Os números coreográficos levam a assinatura do americano Chet Walker e da coreógrafa associada Fernanda Chamma. A direção musical e adaptação da partitura original ficaram a cargo de Carlos Bauzys. Já os figurinos foram criados por Claudio Tovar, a cenografia por Clivia Cohen e o design de luz tem por traz Maneco Quinderé.
Um pouco mais... La Cage aux Folles (A Gaiola das Loucas) estreou em 01 de fevereiro de 1973, no palco do Théâtre du Palais Royal, em Paris. Imediatamente transformou-se em um dos maiores sucessos da história do teatro francês, ganhando traduções e adaptações pelo mundo todo, inclusive no Brasil, com impagáveis atuações de Jorge Dória e Carvalinho.
Somente na cidade luz, a peça foi vista por quase um milhão de espectadores em suas duas mil apresentações. Em 1978, o texto de Poiret foi adaptado para o cinema, com produção franco-italiana. Ugo Tognazzi interpretou o papel de Poiret e Michel Serrault imortalizou nas telas sua brilhante Zazá. Em 1983, Harvey Fierstein adaptou o texto e Jerry Hermann musicou o libreto, trazendo para a Broadway a farsa que arrebatara o público 10 anos atrás.
A Gaiola das Loucas
Teatro Bradesco (1457 lugares)
Bourbon Shopping São Paulo – Rua Turiassu, 2.100 – 3º piso – Pompéia
Informações: (11) 3670-4100
Bilheteria: quinta a domingo, das 12h às 20h; sexta e sábado, das 12h às 22h. Aceita todos os cartões de credito e débito. Não aceita cheque.
Vendas pela Internet: www.ingressorapido.com.br e telefone: 4003-1212.
Quinta e sábado, às 21h. Sexta, às 21h30. Domingo, às 19h.
Ingressos: de R$ 20 a R$ 170
Duração: 150 minutos (intervalo de 15 minutos)
Classificação: 12 anos
Gênero: Musical
Sessão especial para convidados, dia 25, às 21h
Estreia dia 23 de outubro
Temporada: até 19 de dezembro
Ficha Técnica:
Texto: Harvey Fierstein
Músicas e Letras: Jerry Herman
Versão Brasileira e Direção: Miguel Falabella
Direção Musical e Adaptação da Partitura Original: Carlos Bauzys
Diretor Musical Assistente: Daniel Rocha
Coreógrafo: Chet Walker
Coreógrafa Associada: Fernanda Chamma
Figurinista: Claudio Tovar
Cenógrafa: Clivia Cohen
Designer de Luz: Maneco Quindere
Designer de Som: Ademir Moraes Jr.
Visagista: Anderson Bueno
Elenco:
DIOGO VILELA Albin / Zazá
MIGUEL FALABELLA Georges
SYLVIA MASSARI (participação especial) Jacqueline
CARLA MARTELLI Anne Dindon
DAVI GUILHERMME Jean Michel
GUSTAVO KLEIN Francis
JORGE MAYA Jacob
MAURICIO MOÇO Sr. Dindon
MIRNA RUBIM Sra. Renauld e Sra. Dindon
As loucas da Gaiola
ALBERTO GOYA Dherma
ALISSON KLEIN Clo Clo
BRENDA NADLER Monique
BRUNO KIMURA Lo Singh
CARLOS LEÇA Nicole e Sr. Renauld
CLARA CAMARGO Bitelle
DANIEL CABRAL Antoinette
LEONARDO SANDOVAL Josefine
MARCELO FREIRE Swing
MARCELO VASQUEZ Hanna
MAYSA MUNDIM Angelique
OLIVIA TEIXEIRA Paulette
PAULO DE MELO Phaedra
RENATO BELLINI Chantal
RODRIGO NEGRINI Mercedes
THATI ABRA Odette
Curiosidades:
- A primeira montagem musical de A Gaiola das Loucas contou com a presença de Walter Charles, ator e cantor em espetáculos como Grease, Sweeney Todd, Cats, The Boys from Syracuse, entre outros.
- O primeiro filme da série, lançado em 1979, recebeu três indicações ao Oscar e foi premiado com o Globo de Ouro.
- Ao todo são quatro versões cinematográficas, sendo três franco-italianas e uma norte-americana.
- A versão hollywoodiana, última a ser lançada, traz Robin Williams e Nathan Lane nos papéis principais.
- A nova montagem no Rio foi indicada ao Prêmio Shell de Melhor figurino em 2010.
Prêmios:
A montagem original de "A Gaiola das Loucas" entrou em cartaz na Broadway, em 1983, e recebeu diversos prêmios, entre eles o Tony Award, o Oscar do teatro americano. Além desse estão:
• Melhor musical - Tony Award e Drama Desk
• Melhor adaptação de livro para Musical - Tony Award
• Melhor adaptação original - Tony Award
• Melhor figurino - Tony Award e Drama Desk
• Melhor ator de musical - Tony Award e Drama Desk
• Melhor direção de musical - Tony Award
•no Tony Awards deste ano de 2010 , La Cage ganhou mais 3 premios de:
Melhor revival de 2010
Melhor Ator em Musical de 2010: Douglas Hodge
Melhor Direção de Musical de 2010: Terry Johnson
O sucesso também se repetiu na reedição do espetáculo, em 2004:
• Melhor remake de musical - Tony Award e Drama Desk
• Melhor coreografia - Tony Award e Drama Desk
E em 2010:
• Melhor revival - Tony Award
• Melhor Ator em Musical de 2010: Douglas Hodge
• Melhor Direção de Musical de 2010: Terry Johnson
Críticas:
“É simplesmente fabuloso, querido.” - The Guardian
“Uma noite gloriosa de um espetáculo extravagante e generosamente emocional.” - Daily Telegraph
“Absurdamente divertido” - Daily News
“Todos os ingredientes de um clássico sucesso da Broadway” - The Stage
Números Musicais:
Primeiro Ato
Nós Somos Assim
Um Pouco Mais de Maquiagem
Com Anne em Meus Braços
Com Anne em Meus Braços (Reprise)
Canção na Areia
A Gaiola das Loucas
Can Can
Tango de Hanna
Eu Sou o Que Sou
Segundo Ato
A Lição de Masculinidade
Olha pra Nós
E Isso é Pro Papai
A Vida é uma só
Finalle
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PATROCINADA PELA NATURA,
NOVA TURNÊ DE CARLINHOS BROWN
CHEGA AO RIO DE JANEIRO
Depois de estrear em Salvador e se apresentar em Recife, a próxima parada da turnê Romântico Ambiente, de Carlinhos Brown, será no Rio de Janeiro, onde o músico baiano fará show no dia 10 de novembro, às 21h, no Teatro Oi Casagrande. A turnê é o ponto de partida para o lançamento dos dois novos CDs do artista, Adobró e Diminuto, que chegam ao mercado com distribuição pela Sony Brasil e patrocínio da Natura por meio do Natura Musical – o projeto de gravação dos CDs e turnê foi selecionado entre mais de 250 inscritos no Edital Nacional 2009, categoria Turnê.
Sempre associado ao ritmo da percussão e ao Carnaval, Carlinhos Brown mostra, pela primeira vez, em Romântico Ambiente, seu lado mais melódico e cancioneiro que ficou bastante conhecido nas vozes de outros artistas ou em projetos especiais como os Tribalistas.
Durante cerca de uma hora e meia, Brown desfila um repertório que mescla músicas dos novos álbuns, como as músicas de trabalho “Tantinho” e “Você Merece Samba”, com sucessos de sua carreira, como “Seo Zé”, “Velha Infância”, “Maria de Verdade” e “Meia Lua Inteira”, executada num solo de berimbau. Em clima intimista, Brown abre o show com a balada “Romântico ambiente”, do CD Diminuto, um álbum de canções e sambas leves, diferente do Adobró, mais dançante e solar.
O virtuosismo como percussionista também tem seu momento de explosão quando o criador da Timbalada trava uma batalha com quatro latas de alumínio. A banda que acompanha Brown na turnê Romântico Ambiente é formada por Paulinho Rocha (bateria), Danilo, Elbermário, Abará e Dedé Reis (percussão), Ronaldo Borges (baixo), Gerson Silva (guitarra/violões e direção musical), João Teoria e Júnior Maceió (sopros), Jelber (teclados e acordeon) e André Magalhães (teclados e programações).
Com figurino de Cao Albuquerque, Brown assina a concepção do cenário em parceria com Gualter Pupo que traz, dentre outros elementos, projeções feitas especialmente para cada uma das músicas. A produção executiva é da Janela do Mundo em parceria com a Caderno 2 Produções e a Dellarte.
Sobre o Natura Musical
É o programa de apoio à cultura brasileira da Natura com foco em música. Lançado em 2005, beneficiou projetos de diferentes estágios e processos da música brasileira patrocinando mais de 130 projetos em todas as edições de edital público e seleção direta. Ao todo, 17 estados das cinco regiões do Brasil foram contemplados e mais de 500 mil pessoas beneficiadas. Entre os patrocinados até aqui, destacam-se as últimas turnês de Arnaldo Antunes, Lenine, Céu e Marisa Monte. Há também projetos de resgate da memória como o site biográfico Caymmi Acervo Digital; e o Livro-CD Jongos do Brasil; além de projetos de pesquisa e gravação de CD. O filme “O Mistério do Samba”, que retrata a história da Velha Guarda da Portela, também teve o patrocínio do Natura Musical.
Em 2010, ao completar 5 anos de existência, o Natura Musical ampliou a sua atuação com o lançamento de dois novos canais de comunicação: o Portal Natura Musical (www.naturamusical.com.br) que reúne conteúdos exclusivos e inéditos de artistas brasileiros; e o programa de Rádio Natura Musical, apresentado pela jornalista Patrícia Palumbo e veiculado, diariamente, nas rádios Eldorado FM (SP), Litoral FM (Santos-SP), e Paradiso FM (RJ).
Entre os patrocinados deste ano, destacam-se os CDs e turnês inéditas de Carlinhos Brown e Vanessa da Mata; do grupo Cidadão Instigado e o guitarrista Edgar Scandurra; os lançamentos de CD Sementeira: Sons da Percussão, com Naná Vasconcelos, e do cantor Marcelo Jeneci; e ainda o filme “A Música Segundo Tom Jobim”, documentário de longa metragem, que apresenta, pela primeira vez, a obra musical de Tom Jobim.
Sobre a Natura
A Natura é a maior fabricante brasileira de cosméticos e produtos de higiene e beleza e líder no setor de venda direta. Criada em 1969 a partir de um laboratório e uma pequena loja em São Paulo, hoje a empresa possui cerca de 6,2 mil colaboradores e registrou no ano de 2009, receita bruta de R$ 5,8 bilhões, um crescimento de 19,3% em relação ao ano anterior. O lucro líquido foi de R$ 683,9 milhões, 32,1% superior ao registrado em 2008. A Natura está presente no Brasil, Argentina, Peru, Chile, México, Colômbia e França – onde mantém uma loja e um centro-satélite de pesquisa e tecnologia. Na Bolívia, Guatemala, Honduras e El Salvador atua por meio de distribuidores. Sua força de vendas é formada por mais 1 milhão de consultoras, sendo 942 mil no Brasil e 177 mil no exterior.
CARLINHOS BROWN
Show “Romântico Ambiente”
Patrocínio: Natura
Data: dia 10 de novembro (quarta-feira)
Local: Teatro Oi Casagrande (Rua Afrânio de Mello Franco, 290 – Leblon – tel: 2511 0800)
Horário: 21h
Ingressos:
Plateia Vip: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia entrada), Balcão: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia entrada).
Promoção: com o flyer do show 20% de desconto no valor da inteira.
Formas de pagamento: dinheiro, cartões de crédito e débito.
Venda de ingressos pela internet: www.ingresso.com.br
Capacidade: 926 lugares
Censura: 10 anos
www.oicasagrande.oi.com.br
Assessoria de Imprensa Carlinhos Brown
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Ana Baird em " Chave de cadeia"

Louise Cardoso apresenta:
Ana Baird em "Chave de Cadeia" - Uma Comédia Musical de Bolso
Ah, o amor!
Séculos após séculos, este sentimento tem se reinventado e resistido a todas as tentativas de explicação. A valorização da paixão, influência do Romantismo do século XVIII, ainda hoje domina a música popular, o cinema e as telenovelas. Em pleno século XXI, persiste o imaginário de um amor excessivo, impossível e a transcendente. Ana Baird chega para encenar e cantar o amor escancarado às terças e quartas na Sala Tônia Carreiro do Teatro do Leblon, com estreia no dia 21 de Setembro ao lado do violonista Rene Rossano para encenar o que define como "uma comédia musical de bolso". O repertório inclui canções definidas há alguns anos como "de cortar os pulsos!". Encantada com o talento de Ana Baird, a atriz Louise Cardoso, que contracena com ela em "Velha é a mãe", resolveu produzir e está investindo na estreia da temporada no teatro, já que, até então, o espetáculo só tinha sido apresentado em ambientes mais informais.
Chave de Cadeia é um espetáculo musical sobre a paixão, sobre a insatisfação, o exagero amoroso e sua conexão inevitável com o sofrimento. O termo que dá título ao espetáculo refere-se a perigo iminente, complicação, baixaria. O amor, inspiração primeira para obras-primas da música popular brasileira, será cantado com humor, sensibilidade e sofisticação.
Em cena, a atriz e cantora Ana Baird e Rene Rossano contam a história de uma crooner decadente, uma apaixonada terminal. Uma amante descontrolada, submissa, escandalosa e por isso mesmo risível. Uma abordagem irônica e refinada sobre a compulsão amorosa e o desequilíbrio emocional a que estamos todos expostos, em maior ou menor grau, pelo exercício da arte do amor.
O espetáculo é uma comédia musical de bolso. Sua estrutura cênica enxuta utiliza a dramaturgia de teatro musical, geralmente relacionada ao virtuosismo cênico, para criar uma performance minimalista, autoral, concentrada na interpretação e na qualidade musical. Pretende-se emocionar através da simplicidade e da relação direta com o público. Ao invés de coro e orquestra, apenas uma cantora e um violão. A força do espetáculo reside no valor de seu repertório e na excelência de sua intérprete.
O repertório reúne o fino da fossa, o melhor da dor de cotovelo. De Alexandre Pires a Tom Jobim, de Vanusa a Ella Fitzgerald. Uma homenagem as grandes cantoras do gênero, como Maysa e Dolores Duran. No roteiro: “Balada da Arrasada” de Angela Ro Ro, “Alguém me disse” de Lupicínio Rodrigues, “Pode esperar”, do repertório de Alcione, além dos standarts “Cry me a river” e “The Lady is a tramp”.
Celebrar o amor romântico é também, uma celebração da subjetividade e da imensa capacidade afetiva feminina. A mulher é, ao mesmo tempo, o tema preferido dos poetas e a maior consumidora da produção de conteúdo relacionada ao amor. A subjetividade feminina foi e é determinante na significação e valorização deste sentimento.
O espetáculo Chave de Cadeia resulta em um espelho bem humorado e crítico das portas falsas de nossos corações e mentes, uma oportunidade leve e divertida de discutir o conceito de amor/paixão, talvez o sentimento mais valorizado da cultura ocidental.
Repertório
Lady is a tramp Richard Rodgers/ Lorenz Harts
Pode esperar Roberto Correa/Silvio Son
Lama Paulo marques/Aguile Chaves
Um año de amor Nino Ferrer/Morgol/Terta
Depois do prazer Só pra contrariar
O pior é que eu gosto Isolda
Molambo Jaime Florence / Augusto mesquita
Moda de sangue Jerônimo Jardim/ Ivaldo Roque
Concavo e o convexo Roberto e Erasmo
Papel de pão Jorge Aragão
Meu mundo caiu Maysa
Negue Adelino Moreira/ Enzo de almeida
Alguém me disse Lupicínio Rodrigues
You oughta know Alanis Morrisete
Balada da arrasada Angela RoRo
Retrato em Branco e preto Chico Buarque
Cry me a river Arthur Hamilton
Puro teatro Tite Curet Alonso
Eu sobrevivo Dino Fekaris - Freddie Perren - Versão: Paulo Coelho
SERVIÇO:
Chave de Cadeia - Uma comédia musical de bolso
Teatro do Leblon - Sala Tônia Carreiro
Terças e quartas às 21h
Classificação etária: 12 anos
Ingresso: R$ 40,00 (inteira)
Tels.: 21 25297700
Estreia dia 21 de setembro
Até 24 de Novembro
Mais informações para a imprensa:
Ivone Kassu ou Leandro Gomes
Fones: (21) 2522-6581/2247-5754 / 9628-7718
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Marco Rodrigo

MARCO RODRIGO
Lançamento do CD "Rock´n Bossa"
Dia 08 de Novembro - Segunda-Feira às 22h
no Centro Cultural Solar de Botafogo
Misturando sua paixão pela sonoridade da Bossa Nova, de João Gilberto, com um repertório inspirado no rock dos anos 80, o cantor, ator e diretor Marco Rodrigo lança seu primeiro CD: "Rock'n Bossa". A obra, que conta com sucessos como "A fórmula do amor" de Leoni e Léo Jaime, além de "Minha flor, meu bebê" de Cazuza e Dé, dentre outros, será lançada no próximo dia 08 de novembro no Centro Cultural Solar de Botafogo às 22h.
O CD é um antigo sonho do cantor. Desde 1985, quando viu em ação no Rock in Rio artistas como Ney Matogrosso, Cazuza, Rod Stewart e Fred Mercury, Marco decidiu o que queria fazer: "Naquele momento disse pra mim: Quero fazer isso!!Hoje vejo que não tive vontade apenas de tocar e cantar, e sim de ser artista e causar aquela sensação nas pessoas,aquela alegria,aquele sentimento de que estamos vivos!!" Porém, a vida acabou o levando por outros caminhos, estudou teatro, trabalhou como ator profissional e diretor. Paralelamente, nunca deixou de apresentar seus shows musicais, que ultrapassam, atualmente, a marca de 500.
Mas para Marco ainda faltava algo. Foi quando Ricardo Leão, foi assistir a um show de voz e violão, no qual ele cantava em ritmo de Bossa Nova, vários rocks. No fim do show, Ricardo encantado perguntou: "Vamos gravar um disco?". Surpreso, Marco aceitou o desafio. E aí está o resultado: a mistura da batida do João Gilberto que tanto o encantou, com o impacto daqueles cantores que viu no Rock in Rio.
Ficha Técnica:
Músicos:
Ricardo Leão
Arranjos , Pianos e teclados em todas as faixas
Romulo Gomes
Baixo acústico em todas as faixas menos "Nada por Mim"
João Gaspar
Violão e Guitarra em todas a faixas menos "Nada por Mim"
Cacá Colon
Bateria em todas as faixas menos "Nada por Mim"
Produção Musical : Ricardo Leão
Produção Fotográfica: Theodora de Chevallier
Programação Visual: Claudia Lobato
Figurinos: Carla Plombon
Gravado e Mixado Entre Agosto e Dezembro de 2009 no Estúdio Jaula do Leão.
Produzido por Ricardo Leão
Principais trabalhos na TV:
Diretor:
Negócio da China (2009)
A Favorita (2008)
Senhora do Destino (2004)
Kubanacan (2003)
A Vida Alheia (2010)
Sítio do Picapau Amarelo (2005)
O Quinto dos Infernos (2002)
Ator:
Hilda Furacão (1998)
Serviço:
8 de Novembro - Lançamento do CD Rock'n Bossa
Centro Cultural Solar de Botafogo
Rua Gal Polidoro 180 - Botafogo - 22hs
(21)2542-9458
MUSICAS DO CD:
1 - Minha flor meu bebe - Composição: Cazuza / Dé / Bebel Gilberto
2- Go back- Composição: Sérgio Britto e Torquato Neto
3- Bem me quer mal me quer - Rita Lee - Roberto de Carvalho
4- Conspiraçao Internacional -Composição: Leoni
5-Dancin' days - Composição: Nelson Motta / Rubens Queiroz
6-Formula do amor - Composição: Leoni & Léo Jaime
7- Fui eu - Composição - Herbert Vianna
8- Noite e Dia - Composição: Lobão / Julio Barroso
9- Nada por mim - Composição: Paula Toller / Herbert Vianna
Ney Matogrosso:
"...Gosto muito do Rock'n Bossa por ser simples,muito bem feito,calmo e muito bem arranjado..."
Chico Anysio:
"...Mais do que um novo modo de cantar o rock, Marco Rodrigo inventou com Rock'n Bossa um modo maravilhoso de se entender o que está sendo cantado..."
Mais informações para a imprensa:
Ivone Kassu, Leandro Gomes ou Vinicius Badenes
Fones: (21) 2522-6581/2247-5754 / 9475-6915
leandrogomes@kassu.com.br / assessoria@kassu.com.br
Raul de Souza

TEATRO RIVAL PETROBRAS
“Um Show de Resistência Cultural”
76 Anos do Teatro Rival:
Uma História de Resistência e Sensibilidade
Tombado como Patrimônio Cultural da Cidade do Rio de Janeiro
(Decreto nº 24543/04).
APRESENTA:
RAUL DE SOUZA
Turnê Nacional RAUL DE SOUZA 55 Anos e NATOCAIA
Dias 12 e 13/11 Sexta e Sábado às 19h30
Nos próximos meses cinco cidades brasileiras terão a honra de receber em seus palcos um dos mais importantes trombonistas do mundo, o também brasileiro, Raul de Souza. Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Porto Alegre são as cidades que farão parte da turnê “Raul de Souza 55 anos”, que como o nome já sugere, comemora em grande estilo os 55 anos da carreira de Raul.
Acompanhado do grupo curitibano “NaTocaia”, Raul apresenta ao público o que anos de experiência e muito talento podem fazer com as habilidades de um músico como ele. Com um suingue próprio, Raul mostra suas composições e o que há de melhor na música instrumental que ele tanto domina. O instrumentista é um dos poucos que carrega em sua bagagem tantos encontros com outros gigantes como ele, tanto lá fora, como aqui: Hermeto Pascoal, Cal’Tjader, Lionel Hampton, Sarah Vaughan, George Duke, Stanley Clarke, Ron Carter, Frank Rosolino, Airto Moreira, Flora Purim e Milton Nascimento são só alguns dos nomes com os quais Raul já tocou nestes anos todos de carreira. O trombonista, que divide seus dias entre França e Brasil, é considerado uma referência da música instrumental em todo o mundo.
Ao lado de Glauco Sölter, Mário Conde, Jeff Sabbag e Endrigo Bettega, Raul apresenta um repertório que conta com composições próprias, como “À Vontade Mesmo” e “Jump Street”, mas abre espaço para “Inútil Passagem” de Tom Jobim e “Sweet Lucy” de George Duke. Pixinguinha, Glauco Sölter e Djavan também compõem o repertório deste esperado show.
Soma-se à experiência o apetite pelo novo e o músico, aos 76 anos, não pára: cerca-se de músicos inventivos e talentosos e compõe mais um capítulo dessa história recheada de encontros, prêmios, mais histórias e música, muita música.
A série de shows é produzida e idealizada pela Gramofone Cultural e tem patrocínio da Petrobras. A assessoria de Imprensa é da Transpira Produção Criativa.
Serviço:
Teatro Rival Petrobras
Dias 12 e 13/11 Sexta e Sábado às 19h30
Rua Álvaro Alvim, 33 / 37 – Cinelândia
Preço:
R$ 5,00 (Inteira)
R$ 2,50 (meia)
Classificação: 16 anos
Clécia Queiroz

TEATRO RIVAL PETROBRAS
“Um Show de Resistência Cultural”
76 Anos do Teatro Rival:
Uma História de Resistência e Sensibilidade
Tombado como Patrimônio Cultural da Cidade do Rio de Janeiro
(Decreto nº 24543/04).
APRESENTA:
Clécia Queiroz
O SAMBA DE ROQUE invade o palco do Teatro RIVAL na voz da cantora Clécia Queiroz
11 de novembro, quinta-feira às 19:30 horas
O Teatro RIVAL será o novo palco para o “Samba de Roque” de Clécia Queiroz, projeto onde a cantora, atriz, e dançarina formada pela Universidade Federal da Bahia, mestre em Performance Arte pela Howard University – Estados Unidos, apresenta as canções do seu mais novo CD . Lançado em Salvador em agosto de 2009 e em São Paulo em fevereiro deste ano, o disco tem ocupado excelentes espaços nos mais importantes jornais de todo país, sempre com críticas bastante elogiosas.
O título que dá nome ao CD e ao show parece jogo de palavras: "Samba de Roque", “Samba de Roda”, “Rock”.... Só que não é bem assim. “Roque” é Roque Ferreira, compositor estudioso e defensor da genuína cultura dessa terra, que tem mais de 400 músicas gravadas por artistas como Clara Nunes, Maria Bethânia, Zeca Pagodinho, Beth Carvalho, Martin’ália, dentre outros. Para o disco, Roque presenteou Clécia com dez canções inéditas e uma já gravada anteriormente por um grupo carioca, todas elas com letras que trazem poesia e lirismo inspiradas na cultura popular.
O vocabulário da tradição afro-baiana, de situações cotidianas, despertam a curiosidade e o interesse do ouvinte. Roque adapta a sonoridade dos seus versos para que sejam cantados em samba. Ele consegue revelar, nas suas letras, traços da tradição banto e yorubá, que foram incorporados por gerações. Os arranjos, assinados em sua maioria por Dudu Reis, Edú Nascimento e pela própria Clécia, misturam o samba a ritmos oriundos da tradição afro-brasileira e a outros gêneros como o maxixe e o semba angolano.
Mais que uma ousadia rítmica, o CD Samba de Roque, apresentado no show por Clécia Queiroz, é uma chamada às nossas raízes em estilo 100% baiano. Incansável no seu desejo de não se deixar vencer por modismos, a cantora vem estudando, pesquisando e catalogando os ritmos genuinamente nascidos na Bahia, movida pela vontade firme de assegurar que não serão definitivamente soterrados e esquecidos. Ela busca a cadência da chula e do samba-de-roda, mistura com ritmos da tradição afro-brasileira do candomblé e investe na riqueza dessas formas de cantar e dançar, traz a alegria e o entusiasmo das rodas de samba mais espontâneas, reconstruindo no palco uma arte que em sua essência é multidisciplinar e não se resume apenas à musica.
O resultado aparece não como um produto acadêmico decorrente da pesquisa que desenvolve, mas como um registro gostoso da brincadeira de roda da Bahia, que é também um samba preciso e matemático, bem composto e quente, limpo e pronto para ser tocado nas festas. Clécia mostra voz segura e doce, de quem canta muito, e sem apelar para clichês. Com os pés no chão, enfeitados com miçangas, ela pisa firme para mostrar sua arte despretenciosa, simples e sofisticada.
O Samba de Roque, entretanto, não se resume às canções apenas de Roque Ferreira. Clécia faz homenagem a três outros compositores baianos: Riachão, Walmir Lima e Dorival Caymmi. Ela se vale da sua experiência teatral (já foi premiada como atriz com o Troféu Bahia Aplaude – atual Braskem – e indicada 4 vezes a prêmios) para criar verdadeiras performances teatrais inspiradas em personagens típicas do cenário baiano. Clécia veste o que os seus olhos vêem nas ruas e enche o palco de uma Bahia ora suave, elegante, singela sofisticada e sensual, ora brincalhona, marota e malandra.
A cantora será acompanhada por Eduardo Reis (cavaquinho), que também assina a direção musical, Marcelo Rosário (violão), Keko Villarroel (baixo) Tom Carvalho (saxofone e flauta) e os percussionistas Ricardo Carvalho, Cachoeira e Sebastián Nardini. Além da banda, as dançarinas Laís Rocha e Edeise Gomes dão brilho ao espetáculo, que como o samba de roda tradicional traz em conjunto a dança, música, ritmo, texto e busca envolver a platéia “para ficar junto com os artistas como numa verdadeira roda de samba.
Realização: Associação Comunitária e Cultural Stellagreice
Patrocínio: Ministério da Cultura / Fundação Cultural Palmares
Serviço:
Teatro Rival Petrobras
Dia 11/11 – Quinta – feira às 19h30
Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia
Preço Popular:
R$ 10,00 (inteira) – R$ 5,00 (Meia)
Mais informações para a imprensa:
Ivone Kassu ou Vinicius Badenes
Fones: (21) 2522-6581/2247-5754 / 9475-6915
assessoria@kassu.com.br
" Conversando com Mamãe"
"Conversando com Mamãe" - Espetáculo Teatral reúne Beatriz Segall e Herson Capri numa história tocante, sob a direção de Susana Garcia
Uma mulher de 82 anos e seu filho de 50 são as personagens da peça "Conversando com mamãe", que estreia no dia 11 de Novembro no Centro Cultural Correios, no Centro do Rio. Conflitos familiares como a ausência do filho, que se faz presente por telefonemas mas quase nunca aparece, a mãe que até hoje cozinha para o filho cinquentão que saiu de casa há mais de 25 anos, o embate sogra x nora e sogra x sogra, são apenas algumas das questões abordadas no texto de Santiago Carlos Oves, cineasta e roteirista argentino, em versão teatral do catalão Jordi Galcerán e tradução de Pedro Freire, com direção de Susana Garcia.
Atores consagrados nos palcos, na televisão e no cinema, Beatriz Segall e Herson Capri foram tocados pela sensibilidade do texto, que aborda ainda questões comuns a todos nós nos dias de hoje, como solidão, traição, aparência, casamento, desemprego, sexo e medo. Tudo abordado de uma forma clara, num diálogo comovente e com uma sinceridade que se torna mais explicíta após um acontecimento inesperado no desenrolar da trama. "Ser velho é uma vantagem que chega um pouco tarde; a única maneira de aproveitar essa vantagem é não guardar para si, e sim compartilhar", afirma a personagem vivida por Beatriz Segall.
E compartilhar é o verbo que conjuga "Conversando com mamãe", texto que, com sua leveza, pontua um diálogo que poderia se passar em qualquer lar de qualquer parte do mundo. Sorte a nossa que podemos aqui presenciar essa dobradinha de luxo em cena sob a direção de Susana Garcia que já mostrou, ao lado de Herson, habilidade na direção em "Eu sou minha própria mulher", espetáculo premiado e estrelado por Edwin Luisi.
"Conversando com mamãe" tem patrocínio dos correios e da Unimed e é um projeto contemplado pela lei municipal 1940/22 do ISS.
Beatriz Segall: Fez longa carreira, sempre voltada ao teatro, embora tenha trabalhado no cinema onde estreou em 1950, no filme A beleza do diabo. Interpretou vilãs que marcaram a história da televisão brasileira, como Lourdes Mesquita, de Água Viva, em 1980 e Odete Roitman, de Vale Tudo, em 1988 na Rede Globo, considerada por muitos como a maior vilã da televisão brasileira de todos os tempos. O jargão "Quem matou Odete Roitman?" (referindo-se ao assassinato da personagem) é até hoje repetido em alusão aos mistérios das tramas em telenovelas. Recebeu vários prêmios na carreira, dentre os quais, os prêmios Governador do Estado, Prêmio Shell e Mambembe. Atuou em espetáculos como "O lado fatal", "A margem da vida", "Frankie V", "Emily", "O Manifesto", "Lilian Hellman" e "Quarta-feira sem falta lá em casa".
Herson Capri: Trabalha em teatro há 43 anos, já participou de cerca de 34 peças sendo 4 como diretor, fez mais de 35 trabalhos em tv entre novelas e seriados e 15 filmes. Seu último trabalho em teatro foi como o capitão Von Trapp no musical A Noviça Rebelde. Em novelas participou de Renascer, Tropicaliente, Era uma Vez, Negócio da China e muitas outras. É contratado da Tv Globo e está escalado para a próxima novela das 21 horas de Gilberto Braga, Insensato Coração. que estréia em janeiro/2011.
Susana Garcia: É médica e professora de pós-graduação em ultra-sonografia. Deixou a medicina para trabalhar em teatro. Foi assistente de direção nos espetáculos La Barca Da América e O Marido Ideal, dirigiu a premiada peça Eu Sou Minha Própria Mulher e o espetáculo infantil A Casa Da Madrinha. Seu último trabalho foi como coach dos atores da peça O Matador De Santas.
CONVERSANDO COM MAMÃE
ESTREIA: 11 DE NOVEMBRO ÀS 19H
TEMPORADA: DE 11/11 ÀS 19/12/2010 - QUINTA A DOMINGO ÀS 19H
LOCAL: CENTRO CULTURAL CORREIOS - RUA VISCONDE DE ITABORAÍ, 20 - CENTRO - RIO DE JANEIRO/RJ
TEL: 21 2253-1580
INGRESSOS: R$ 20,00 - MEIA ENTRADA: R$ 10,00
DURAÇÃO: 80 MINUTOS
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: 14 ANOS
AUTOR: Santiago Carlos Oves
VERSÃO TEATRAL: Jordi Galceran
DIREÇÃO: Susana Garcia
ELENCO: Beatriz Segall e Herson Capri
FIGURINO: Kalma Murtinho
CENÁRIO: Marcos Flaksman
ILUMINAÇÃO: Paulo Cesar Medeiros
TRILHA SONORA ORIGINAL: Alexandre Elias
DESIGN GRÁFICO: Darlan Carmo
DIRETOR DE PRODUÇÃO: SANDRO CHAIM
PRODUÇÃO EXECUTIVA E ADMINISTRATIVA ROSE DALNEY
ASSISTENTE DE PRODUÇÃO:NINA BARRETO
REALIZAÇÃO: CHAIM PRODUÇOES E CAPRI PRODUÇÕES
Mais informações para a imprensa:
Ivone Kassu ou Vinicius Badenes
Fones: (21) 2522-6581/2247-5754 / 9475-6915